terça-feira, 29 de maio de 2018

BRASILEIRO, VIAJE PELO MUNDO SEM RISCO DE SER FUZILADO NA INDONÉSIA...

UM GUIA COM 200 PAÍSES DO MUNDO SOBRE TUDO QUE PODE ACONTECER DE BOM E DE RUIM NUMA VIAGEM INTERNACIONAL. POR APENAS MENOS DE 15 REAIS.

Faça um test drive GRATUITO do guia turístico acessando o site da Amazon:

http://www.amazon.com/dp/B018KSQM14


segunda-feira, 28 de maio de 2018

FURANDO O BOICOTE DA MÍDIA BRASILEIRA À GREVE DOS CAMINHONEIROS

toNY paCheco



COMO A MÍDIA BRASILEIRA ESTÁ CENSURADA, VEJA NA MÍDIA DA ALEMANHA PORQUE A PETROBRAS É A RAIZ DE TODOS OS PROBLEMAS: A ESTATAL PAROU DE REFINAR, PARA COMPRAR COMBUSTÍVEIS EM DÓLAR NAS MÃOS DAS MULTINACIONAIS PETROLEIRAS. CONFIRA E TENHA ELEMENTOS PARA VER O QUE ESTE GOVERNO ESTÁ FAZENDO COM O BRASIL.

Copie e cole este link abaixo para saber que a Petrobras está a serviço das petroleiras estrangeiras:

http://www.dw.com/pt-br/os-impactos-da-greve-dos-caminhoneiros-na-economia/a-43967170


REDES DE TV E RÁDIO ESCONDERAM A VERDADE DE VOCÊ NESTA GREVE? USE O SITE DA BBC DE LONDRES:
http://www.bbc.com/portuguese/brasil-44247460
Fique sabendo que o transporte rodoviário é responsável por escoamento de 75% da produção e que os políticos é que são os responsáveis por não termos ferrovias, aquavias nem tampouco dutos em quantidade. Imperdível saber isso. 

Copie e cole este link para saber que os políticos é que nos jogam nesta dependência de rodovias que só dá lucro pra eles:

http://www.bbc.com/portuguese/brasil-44247460

quarta-feira, 16 de maio de 2018

9 RAZÕES PARA O BRASIL E O MUNDO BOICOTAREM A COPA DO MUNDO NA RÚSSIA

toNY pAcheco



                                                    Príncipe Charles, da Inglaterra, compara Putin a Hitler
O famoso COI, o Comitê Olímpico Internacional, decidiu, em 1931, que a Olimpíada de Verão (este mesmo campeonato que aconteceu recentemente no Brasil), devia se realizar em Berlim, em agosto de 1936. Só que em 1933, Adolf Hitler tornou-se primeiro-ministro ("chanceler") da Alemanha. Atletas judeus de todo o mundo tentaram fazer um boicote aos jogos, mas o Sindicato dos Atletas Amadores dos Estados Unidos decidiu, em 1935, que seu país devia participar e, aí, esvaziaram-se todos os movimentos de boicote no mundo todo. E deu no que deu: Hitler fez da Olimpíada uma peça gigantesca de propaganda do seu regime. Os adeptos do boicote lembravam que em 1935, Hitler já tinha anexado o Sarre e cinco meses antes da Olimpíada anexou também a Renânia, ambas regiões livres do governo central de Berlim e, no caso do Sarre, um refúgio para os fugitivos do nazismo que chegavam aos montes do resto da Alemanha a partir de 1933. Mas EUA, Rússia, Inglaterra e França (as superpotências de então) resolveram não enfrentar Hitler e deu no que deu: com a propaganda da Olimpíada de agosto de 1936, tornou-se um ídolo das massas alemãs e menos de um ano e meio depois invadia a Áustria e Tchecoslováquia e, em 1939, apagava a Polônia do mapa mundial, repartida que foi com os comunistas de Stálin, o líder da Rússia, então chamada União Soviética. 
E esta história se conta, para que se entenda a necessidade de um boicote a esta Copa do Mundo na Rússia: o atual líder russo, Vladimir Putin, que manda em Moscou desde 1999 e não admite opositores, tem invadido territórios na Ucrânia, Moldova e Geórgia, sem que nenhuma potência mundial o confronte. Da mesma maneira pusilânime que estas potências agiram com as invasões militares promovidas pela Alemanha de Hitler. Bombardeia o território sírio impiedosamente, matando milhares de civis apenas para manter os interesses geoeconômicos da Rússia no Oriente Médio através de um enfrentamento com os EUA e União Europeia. E, diante disso tudo, consegue realizar um evento de propaganda política de nível mundial, como é a Copa do Mundo, ajudado por todas as potências mundiais, com apenas uma ressalva tímida da Inglaterra, já que Putin teria mandado eliminar cidadãos russos no território inglês. 
Leia os 9 pontos abaixo dos últimos atos do governo russo, dentro da Rússia e no resto do mundo, e responda para você mesmo: vale a pena o Brasil participar de uma peça de marketing político dessas diante dos perigos que ela representa para o povo russo e para a paz mundial?

           Investigações nos EUA apontam que hackers russos distorceram o resultado das eleições e levaram Trump ao poder


  1. LEGALIZAÇÃO DO ESPANCAMENTO DE MULHERES  E FILHOS PELOS MARIDOS/PAIS RUSSOS: em fevereiro de 2017, com apoio do Congresso russo e da Igreja Cristã Ortodoxa Russa, Vladimir Putin sancionou a lei que permite aos homens chefes de família espancar suas mulheres e filhos uma vez por ano, desde que não quebrem nenhum osso. Os religiosos cristãos ortodoxos disseram que isso “faz parte das tradições russas”. Nem vamos comentar. Só isso já seria suficiente para nenhum cidadão do mundo pisar na Rússia nesta Copa do Mundo.
  2. INTERFERÊNCIA RUSSA NOS RESULTADOS ELEITORAIS NOS EUA: o governo de Moscou é acusado de interferência direta de hackers a serviço da Rússia nos resultados eleitorais que prejudicaram Hillary Clinton e deram a vitória a Donald Trump nas eleições de 2016 nos Estados Unidos.
  3. ESCOLHAS DA RÚSSIA E QATAR PARA COPAS PODEM TER SIDO FRAUDADAS: Jamil Chade é jornalista internacional e autor do livro “Política, Propina e Futebol” e mostra que há anos corre uma investigação judicial nos Estados Unidos, com o auxílio das autoridades da Suíça, sobre a corrupção no futebol brasileiro e mundial nos últimos 25 anos, o que coloca em dúvida a honestidade da escolha da Rússia (2018) e do Qatar (2022) para sedes de Copa do Mundo. O FBI e as autoridades suíças já prenderam vários dirigentes do futebol mundial, inclusive o dirigente da CBF e ex-governador de São Paulo do período da ditadura militar, José Maria Marin. Rússia e Brasil são dois países que se recusam a ajudar a Suíça e os EUA na punição aos corruptos do futebol, chegando ao cúmulo de no governo Putin terem sido destruídos todos os computadores daquele país que tinham qualquer informação sobre a escolha da Rússia para sede da Copa e uma juíza do Rio de Janeiro proibiu qualquer colaboração do Brasil com o FBI e as autoridades americanas sobre o caso de corrupção no futebol brasileiro e seus dirigentes, isso em pleno governo Dilma, em 2015. Só isso já seria suficiente para qualquer brasileiro ficar com um pé atrás sobre os resultados dos jogos desta Copa da Rússia e da próxima no Qatar. O que estiver nos placares dos estádios russos pode não ser exatamente o que foi jogado em campo e sim resultado dos saldos bancários dos dirigentes de futebol (“cartolas”), políticos, redes de TV e empresas em paraísos fiscais...
  4. ASSASSINATO DE OPOSITORES RUSSOS NA INGLATERRA: o assassinato de opositores do regime russo dentro do território da Inglaterra, em 2018, levou a primeira-ministra Theresa May a liderar um movimento de repúdio ocidental contra a Rússia. Diante disso, Inglaterra e Islândia já decidiram que não vão mandar autoridades de seus países à Copa na Rússia.
  5. LEI DE 2013 PUNE COM MULTA E CADEIA QUEM “FIZER PROPAGANDA DE ATOS SEXUAIS NÃO-TRADICIONAIS”: com este singelo nome (“não-tradicionais”), Vladimir Putin colocou em ação uma caça aos LGBTs na Rússia, chegando alguns membros da Federação Russa, como a Chechênia, a criar campos de concentração para homoafetivos (gays e lésbicas). O Tribunal Europeu de Direitos Humanos, em Estrasburgo, considerou que a lei é “discriminatória e encoraja a homofobia” e estabeleceu multas a serem pagas pelo governo russo a três ativistas LGBTs que foram processados por “propaganda a favor de atos sexuais não-tradicionais”.
  6. INVASÃO E ANEXAÇÃO DA CRIMEIA UCRANIANA: imagine que os EUA, a China ou a Rússia entendessem que o Rio Grande do Norte é um território importantíssimo estrategicamente não só para as viagens espaciais (Base de Alcântara) como para o controle do tráfego marítimo no Atlântico Sul e um deles três resolvesse encher o território potiguar, pacificamente, de americanos, chineses ou russos! Imaginou? Pois é o que a Rússia fez com a Ucrânia há quatro anos. A invasão da Península da Crimeia em fevereiro de 2014, pela Rússia, e sua posterior anexação, foi um golpe de mestre. Durante o mês de fevereiro, Vladimir Putin mandou soldados e civis para a base russa na Crimeia, porque os tolos que governam a Ucrânia cederam parte de seu território nacional para o governo de Moscou na época do colapso da União Soviética que resultou na independência ucraniana. Silenciosamente, os militares e civis russos, aos milhares, passaram o mês invadindo pacificamente a Crimeia. Em março, a Rússia anunciou que estava anexando a península ao seu território. E não deu um tiro sequer. E lá se vão quatro anos e EUA e União Europeia muito esbravejaram, xingaram, mas, de concreto mesmo, nada contra a Rússia.
  7. INTERVENÇÃO MILITAR RUSSA NO LESTE DA UCRÂNIA: a intervenção do governo russo, no início de 2014, com armas e combatentes nas regiões de Donetsk e Lugansk (habitadas por entre 40 e 45% de russos) , na Ucrânia, visando anexá-las posteriormente, como Putin fez com a Crimeia, é um atentado à soberania ucraniana que já dura quatro anos. Milhares de mortos depois, as duas regiões mantêm-se em guerra contra o governo central de Kiev com ajuda militar russa.
  8. OCUPAÇÃO MILITAR DA TRANSNÍSTRIA: quando a União Soviética começou a desabar, em 1990, o Exército Vermelho (Rússia) se antecipou e mandou um enorme contingente bem armado à fronteira entre a República Socialista Soviética da Moldávia e a República Socialista Soviética da Ucrânia e juntou-se aos russos naturais daquela região (chamada pelos moldovos de Transnístria) e declararam a independência da região. Desde então, esta parte do território moldovo (hoje o nome da antiga RSS da Moldávia passou a ser República da Moldova)  passou a ser “independente”, mas, na verdade, é controlado pelo presidente Putin.
  9. OCUPAÇÃO MILITAR DA ABKHÁZIA E OSSÉTIA DO SUL: a situação vista na Transnístria se repetiu nestes dois territórios da antiga República Socialista Soviética da Geórgia, parte da URSS. Em 1991, com o colapso da União Soviética, a linha dura do Exército russo começou a mandar tropas para as regiões georgianas habitadas por abkházios muçulmanos nas margens georgianas do Mar Negro e ossetos, no norte da Geórgia, fronteira com a região semi-autônoma de Ossétia do Norte, pertencente à Rússia. Depois de guerras apoiadas pelos russos, abkházios e ossetos do sul conseguiram se manter independentes do governo georgiano de Tbilisi com a presença de tropas da Rússia, numa clara ocupação militar de partes da Geórgia.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

2018 foi o Ano da Bunda no Carnaval da Bahia e nos inspírou a fazer a primeira lista dos Carros da Bunda Mais Feia

CARROS DA BUNDA MAIS FEIA 2018

toNY PACHEco


PRIMEIRO LUGAR - O Toyota Prius 2018 ganha, de longe, o título de Carro da Bunda Mais Feia. E se houvesse também a categoria Bunda Mais Esquisita, sem dúvida alguma, ganharia os dois prêmios. Analise. Deixe-se tomar pelo espanto. Fique pasmo. Só pode ter sido um estagiário bêbado que desenhou esta traseira e assim mesmo, estava em fim de expediente numa sexta-feira, ele doido para sair para a balada...



SEGUNDO LUGAR - A Suzuki demorou mas reestilizou o Vitara. Reestilizou para pior. Veja o cansaço deste design. Estas lanternas mandando um recado: "Não estamos aqui para enfeitar carro feio." Sim senhoras, entendemos a mensagem.
 TERCEIRO LUGAR - A Fiat é uma veterana de carros da bunda feia. Quem não se lembra do medonho Bravo com aquela bundona com lanternas sem sentido flutuando no nada... E o Palio de última edição com aquela lanternona ridícula de cima até embaixo, imitando um Volvo mal intencionado. Mas a Fiat fica mesmo é com este veterano Dobló, com esta traseira que pode muito bem receber o título de pior coisa já desenhada no mundo automobilístico. Ou não, pois há os Mahindra...
QUARTO LUGAR - A Ford insistiu e fez a Geração 3 e 1/2 do Focus e manteve a lanterna medonha na traseira. Esta coisa sem explicação com o formato de não-sei-o-quê. Corrigiu a frente e manteve todos os erros atrás. 



QUINTO LUGAR - A Ford está com tudo e não está prosa, como diria o Velho Guerreiro, Chacrinha Barbosa. Ganhou dois prêmios de Bunda Mais Feia 2018. Desta vez com a medonha bunda do Ka Sedan (este nome pronunciado rapidamente é pornográfico, né não?). As formas das lanternas traseiras nos remetem à falta de imaginação. Ao design dos chapados, cambaleante, sem destino. E perguntamos, o quê que é isso, Ford? Está querendo roubar os designers da Toyota?

SEXTO LUGAR - E lá vem a Toyota de novo, com o seu campeoníssimo do mau gosto e do erro de desenho automotivo, o imbatível Etios Sedan. Esta aqui é a fonte na qual a Ford foi beber para fazer a trágica bunda do Ka Sedan. Notem a régua em cima do símbolo da Toyota: distinta, leve, elegante. Distinta como uma bregueira. Leve como um elefante. Elegante como um hipopótamo solto numa loja de cristais da Boêmia. Só não ganhou o primeiro lugar, porque a própria Toyota fez algo pior: o Prius, campeoníssimo deste ano de 2018, O Ano da Bunda.


SÉTIMO LUGAR - Estes japoneses estão com tudo no quesito bunda feia. Aliás, se vocês repararem... Eu ia dizer uma coisa aqui altamente preconceituosa sobre os orientais e suas bundas. Então, vou calar-me para não ser politicamente incorreto. Fiquemos nas bundas dos carros. Que coisa horrorosa é essa que a Mitsubishi vende na traseira da Pajero Full, um carro de mais de 250 mil reais? Olhem as lanternas. Tunadas de fábrica. Translúcidas como não se usa mais desde o ano 2005. Parabéns para quem comprar este erro ambulante: caro e equivocado.

OITAVO LUGAR - E quem disse que americano não faz carro de bunda feia? Faz sim. A Spin da Chevrolet é um primor de mau gosto, com esta bunda chapada, sem nenhuma virtude. Lanternas horrorosas e uma gravatinha Chevrolet de tamanho arrojado como a bater no peito: "Sou assim mesmo, e daí?" Parabéns sua militante dos fundos...

NONO LUGAR - Nissan... Ela não podia faltar. Sempre nos brindando com seus carros sem-noção, sem nenhuma pretensão de um dia arrastar multidões emitindo fitifius invejosos pelas ruas. Quem tem um Nissan March pode saber que nunca será tomado de assalto por nenhum ladrão. Pode deixar este carro aberto com a chave na ignição: ninguém vai levar essa coisa da bunda sem graça.

DÉCIMO LUGAR - Abrimos uma exceção para esta marca de alto luxo e design que é uma verdadeira montanha russa. Faz carros absolutamente espetaculares como o BMW i8, de desenho arrebatador, capaz de despejar em nosso cérebro uma chuva de dopamina e, ao mesmo tempo, faz coisas horrorosas como esta traseira do novo BMW Série 3 e apenas para mostrar que segue a tradição de bunda feia, como a do caríssimo BMW Z4 de 2010. As lanternas do Série 3 têm um problema de simetria crônico, como se quem estivesse desenhando tivesse desistido da tarefa. Passa boi, passa boiada, passa o tempo e a desalmada, mas a BMW continua fazendo traseira sem personalidade que não desperta o tesão de ninguém. Boa sorte para você que não liga para bunda e paga caro por isso.

E até 2019, quando este jornalista dublê de economista, radialista e psicanalista, voltar a denunciar os carros mais feios à venda no Brasil. 

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Você pode não gostar de Trump, mas ele fez o que muitos presidentes brasileiros não gostam de fazer: cumprir a lei.

Sucessivos presidentes americanos, desde 1995, têm adiado a decisão bipartidária (de republicanos e democratas) do Congresso Americano de transferir a Embaixada dos EUA em Israel de Tel Aviv para Jerusalém e esta lei ainda dava o prazo final para transferência: maio de 1999. Os democratas Bill Clinton e Barack Obama e o republicano George W. Bush simplesmente ignoraram o Congresso e adiaram "ad infinitum" a transferência, como se não fosse uma obrigação. Donald Trump, embora seja um presidente de 99% ações controvertidas, resolveu cumprir o que o povo americano e seus representantes decidiram em 1995 como "obrigação" do governo de Washington. Há quem não goste mundo afora, mas DESTA VEZ Trump está cumprindo a lei e a vontade do povo americano.


TRUMP, JERUSALÉM E A VERDADEIRA HISTÓRIA

TonY PaCHeco

A atitude do presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital do Estado de Israel, promete esquentar a já quentíssima arena internacional nos próximos meses. A maioria dos chefes de Estado do mundo preferia que Trump não tivesse feito isso, pois continuam a temer que os árabes voltem a usar o fornecimento de petróleo e o terrorismo como armas contra todo o planeta. Mas, antes de decidir se Trump acertou ou errou, temos que ver a História por trás da disputa por Jerusalém entre judeus, cristãos e muçulmanos. Quem, realmente, tem o direito histórico de reclamar a cidade?


CIDADE CONFLAGRADA

Os judeus pretendem que sua ocupação da região de Jerusalém remonta a 4 mil anos antes de Cristo, mas de histórico mesmo se tem que a cidade foi capital de reinos judaicos a partir dos anos 900 antes de Cristo, primeiro com Davi e depois com seu filho Salomão e daí por diante, sempre historicamente falando e não por tradição religiosa, as diversas tribos judaicas ocuparam Jerusalém e cercanias até 135 depois de Cristo.
Neste ano 135 d.C., o imperador Adriano, de Roma, resolveu punir os judeus por suas insistentes revoltas contra o Império Romano desde os anos 70 d.C. e finalmente os proibiu de morar em Jerusalém, expulsando todos os judeus da cidade e mudando seu nome para Aelia Capitolina, situação que perdurou até o século VII d.C., passando, inclusive, pelo período do imperador Constantino, de Bizâncio (hoje, Istambul), que manteve a tradição de proibir judeus na cidade e construiu ali os primeiros templos católicos (cristãos), como a Igreja do Santo Sepulcro.
É bom ressaltar que o imperador Adriano era ferrenho opositor dos judeus e dos cristãos, daí ter renomeado Jerusalém e até mesmo a região que passou a se chamar Palestina (“Palaestinae” ou Terra dos Filisteus, povo que combateu os israelenses desde sempre, os mais ferrenhos inimigos dos judeus). Adriano tentou e quase conseguiu ressuscitar a religião dos deuses antigos de Roma (Júpiter, Netuno, Vênus, Urano etc.), em oposição ao deus Jeová judaico e  Deus e Cristo dos primeiros católicos.
Por aí já vimos que quem fundou e ocupou Jerusalém por séculos foram os judeus. Os cristãos só formalizaram uma ocupação da área com Constantino, três séculos depois de Cristo e mais de 1.000 anos depois do rei judeu Davi.
Os muçulmanos foram os últimos a chegar em Jerusalém, no século VII depois de Cristo, até porque sua religião não existia até 622 d.C., ano em que Maomé teria decretado como o início da Era Islâmica, a partir de quando se conta o ano 1 do calendário muçulmano, isto é, quase 1.600 anos depois dos reis judeus Davi e seu filho Salomão.
Agora vem a parte mais irônica (engraçada mesmo) da História com H maiúsculo: os povos que permitiram a volta dos judeus a Jerusalém foram, justamente, aqueles que fundaram a religião de Maomé, o Islamismo e seu deus Alá, O Misericordioso. É isso mesmo: os muçulmanos permitiram aos judeus voltarem a Jerusalém depois da proibição romano-bizantina que durou séculos.
Depois veio o tempo das Cruzadas, quando reis católicos da Europa Medieval tentaram recuperar Jerusalém das mãos dos muçulmanos. E, neste período, os católicos cristãos cortaram a cabeça de muitos islamitas, como os islamitas hoje em dia fazem com os cristãos. Cruzados cristãos e ocupantes maometanos de Jerusalém promoveram carnificinas muito piores do que as romanas ou do que as das guerras recentes.
E o “povo palestino”? É uma invenção da Guerra Fria entre Estados Unidos (apoiando Israel) e a então União Soviética (hoje Rússia, apoiando os países árabes). Não existem egípcios, marroquinos, sírios, jordanianos, iraquianos, libaneses, líbios, yemenitas, omanitas, argelinos, tunisianos, sauditas ou palestinos. Todos os povos que vão do Marrocos até o Iraque são árabes, divididos por questão de conveniência imperialista entre Inglaterra e França, os dois grandes impérios do final do século XIX (anos 1800) e meados do século XX (anos 1900). Rússia e EUA apenas tomaram o lugar daquelas duas potências e dividem os árabes para melhor dominá-los e, claro, ao seu petróleo.
O que os ativistas islâmicos hoje em dia chamam de “povo palestino”, na verdade são os árabes jordanianos que moravam na Cisjordânia de 1948 a 1967, e os árabes egípcios, que moravam na Faixa de Gaza durante o mesmo período. Depois que sete nações árabes se uniram para invadir Israel e destruir o recém declarado Estado Judeu, em 1948, e depois da guerra de 1956 na região do Canal de Suez (Egito), os árabes perderam militarmente e aí começou a guerra política e diplomática e fundou-se, no início dos anos 1960, a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), usando, justamente, o nome que também o imperador Adriano de Roma usou, só para fustigar os judeus: “palestinos”, uma criação de marketing muito inteligente, mas sem nenhum significado histórico, étnico ou cultural que seja. O intuito é apenas pirraçar os judeus, pois palestinos são apenas jordanianos e egípcios e todos não passam de árabes, uma única nação que vai do Marrocos ao Iraque. Palestino é uma jogada política para ganhar uma guerra que foi perdida pelos árabes nos campos de batalha.

RESUMO DA ÓPERA

Jerusalém é, historicamente, a capital não de todos, mas da maioria dos judeus, desde quase mil anos antes de Cristo. E com exceção de alguns séculos em que o Império Romano e o Império Bizantino mantiveram os judeus afastados, à força, de Jerusalém, a cidade sempre foi habitada pelas diversas tribos judaicas.


Já Donald Trump é o presidente dos EUA mais controvertido e com idéias mais reprováveis de todos os tempos, mas está fazendo a primeira coisa certa do seu mandato inútil até agora: está consertando maldades históricas de várias nações contra o povo judeu e devolvendo aos judeus sua capital histórica. Só isso. Podem jogar pedra nesta Geni chamada Trump, mas não por reconhecer Jerusalém pelo que ela realmente sempre foi, a capital da maioria das tribos judaicas.